Kruger pela 7ª
Nesse último final de semana nós fizemos mais uma pequena viagem. Viajamos com Tiago, Carol, Maurício, Sabrina, Sérgio e Bel com destino a Nelspruit e Kruger.
Como Sérgio e Bel chegaram a pouco tempo e ainda não conheciam o Kruger, nós aproveitamos para levar eles e curtir mais uma vez o parque.
A viagem foi excelente, apesar da passageira que resolveu ir no nosso carro e aprontar durante toda a viagem.
A bruxa estava solta!
Saímos de Maputo no sábado pela manhã cedo com destino a Nelspruit. Um pouco antes chegar no destino, Zé fez uma passagem proibida numa curva e não deu outra, a polícia se materializou na nossa frente.
Ficamos lá um tempão conversando com o guarda para tentar resolver a situação. O guarda quería que nós voltassemos até Malelane (perto da fronteira) para pagar a multa na estação de polícia. Aí era lasca!!!
Enquanto eu conversava com o guarda tentando entender e resolver a situação, Tiago liga pro meu telefone para saber se precisávamos de ajuda. Eu atendi mas não tive tempo de responder pois estava prestando atenção no que o guarda falava e que não era fácil de entender.
Depois de muita conversa, o guarda nos deixou ir mediante pagamento "parcial" e "local" da multa.
Saímos para encontrar os meninos que estavam parados no acostamento um pouco mais a frente, só que no meio do caminho encontramos Sérgio e Tiago voltando.
Tiago falou que eles já estavam voltando pra nos ajudar pois depois de ter falado com o guarda e não ter entendido nada, parecía que a coisa estava ficando preta pra gente.
Ele falou com o guarda? Como assim?
Como eu deixei sem querer o telefone ligado e como o guarda estava do meu lado falando, Tiago pensou que eu tinha passado o telefone pra ele resolver a situação. E lá estava Tiago achando que estava falando com o guarda tentando falar no seu inglês "Intermediate II":
“Hello! Good morning! How are you! Let me try explain. You know … humm, hammm, humm … my friends … hummm … My friends have a problem … humm, hamm … Please, let my friends alone …”
Como disse ele mesmo: “Something like that!”
Depois ele explicando a situação é que foi engraçado. Morri de rir!!!!
Chegamos em Nelspruit alguns minutos depois e cada um foi resolver suas coisas para nos encontrarmos mais tarde para almoçar.
Nos hospedamos no Stay Easy que fica do lado do shopping. Só facilidade mesmo, pois dava pra ir e voltar a pé.
Zé precisou pegar o carro para resolver alguma coisa mas quando chegou lá ... tchan tchan tchan tchan ... o carro não ligava.
Parecía ser problema de batería, mas nós tínhamos comprado uma batería nova na semana anterior. Não era possível!!
Zé voltou para o shopping e deixou para resolver o problema logo cedo no dia seguinte.
Fizemos nossas compras e a noite saímos para jantar no Vila Itália onde pagamos 666 rands de conta. Ui!!! Ai que mêeeda!!
No dia seguinte, lá vão os meninos tentar arrumar a carro. E faz chupeta daqui e dalí e no final ... nada do carro pegar! Os carros dos meninos não tinham força suficiente para ligar o nosso. O jeito era tentar encontrar outra batería.
Lá vão eles a procura de uma bateria nova. Depois de uma meia hora voltam eles de mãos abanando. Já estava ficando tarde e nosso Kruger parecía estar indo por água abaixo!
Quando já estávamos pensado em deixar o carro alí e ir pro Kruger de carona com os meninos, vem um carinha do hotel dizendo que tinha duas baterias e que podería fazer chupeta.
Quando os meninos viram as baterías do cara nem botaram fé, pois eram duas baterias minúsculas.
Pois é, tamanho não é documento!! A batería fez o carro funcionar rapidinho!
No final das contas, o Stay Easy não foi tão easy assim. Como disse Sérgio, estava mais para “Stay Easy Hard Leave”.
Bom, o carro já estava ligado, mas tínhamos um outro probleminha a resolver ... a gasolina.
Tínhamos que abastecer, mas estávamos com medo de parar num posto, desligar o carro e depois ele não ligar mais.
Zé resolveu deixar para abastecer na entrada do Kruger pois uma outra vez o carro deu problema de batería e lá no Skukuza tinha socorro.
Pois lá fomos nós em direção ao Kruger. No meio do caminho o carro começou a fazer uns barulhos esquisitos quando abríamos o vidro, ligávamos o som ou qualquer coisa que utilizasse batería. Bem, como o carro estava andando, resolvemos não fazer nada e continuar.
Entramos no Kruger, pagamos as taxas de preservação, olhamos uns artesanatos e o carro lá … ligadão! Quando chegamos em no Pretoriuskop Camp não tinha outra, tínhamos que parar para abastecer. Uma opção era abastecer com o carro ligado mas Zé não gostou da idéia. Como no Kruger tinha socorro, se desse algum problema novamente nós os chamaríamos.
Desligamos o carro, abastecemos, mas na hora de ligar … tchan tchan tchan tchan ... o carro não ligava. Fomos procurar o socorro mas a mulher do posto falou que não tinha socorro alí, só no Skukuza e nós estávamos a 30 km de distância de lá.
Eu já estava falando com uma mulher sulafricana que tinha uma caminhoneta para nos ajudar a fazer outra chupeta, mas nesse meio tempo escuto o barulho do motor do carro. Zé tinha conseguido ligar!! Ufa!!
Na verdade ele só fez colocar os cabos da batería … onde onde onde? … Na bateríaaa!!!! Os cabos estavam soltos! Soltos? Como assim? Pois é, os meninos fizeram aquela primeira chupeta com as mini baterías do hotel e Sérgio esqueceu de apertar os cabos da batería que se soltaram no meio da viagem. Êhhhh Sérgio! Reprovado na aula de mecânica heim!
Pronto, agora podíamos serguir viagem em paz!
Poucos minutos depois, cruzamos na estrada com uma manada de elefantes que estavam nervosos querendo atravessar e nós e mais um monte de carros alí no meio interrompendo a passagem. Quando enfim os elefantes resolveram passar, quase que Zé e Sérgio levavam um trombada ou pisada de elefante. O bichão passou a poucos centrímetros deles. Ufa!!
Depois de terem a casa roubada, de Sérgio ter pego malária, era chegada a hora da terceira prova do programa “Quero Ver Aguentar Firme”. E pelo jeito eles novamente conseguiram passarrrrr!!! Não foram pisoteados!! Mas eu já falei para eles que são 10 estágio e até agora eles só cumpriram 3 deles. Heheheheh
Continuamos a viagem e não é que eles estavam com sorte! Viram um monte de bicho no caminho pro Skukuza.
Quando chegamos no Skukuza tivemos que desligar o carro novamente e resolvemos deixar pra testar se ligava ou não depois do almoço para não passar mais raiva.
Lá na lojinha encontramos Lúcio e Verônica que almoçaram conosco e iríam se juntar a nossa turma no trajeto de descida do Kruger até Maputo.
Durante o almoço todo mundo só falava do tal do leão que ainda não tínhamos visto e Tiago falou que Johil tinha mandado um sms dizendo que perto do Skukuza tinha várias leoas no começo da manhã. Engolimos rápido o almoço e saímos pois já estávamos atrasados. Eu falei para Bel que tinha marcado hora com as leoas as 3:15. Só tirando onda com os novatos!
Já no caminho de volta, um carro passa por nosso grupo e avisa que a 1,5 km havía um grupo de loeas. Apesar de proibido, enfiamos um pouquinho o pé para chegar rápido, e logo encontramos o lugar. É muito fácil saber onde tem leão no Kruger, basta ver um monte de carro amontoado e é batata!
E lá estavam elas deitadonas debaixo de um arbusto só descansando. Eram umas 5 ou 6, não lembro bem ao certo. Foi quando Bel parou o carro do nosso lado e falou:
- “Cynthia, sabe que horas são? São 3:15!!!”
Caramba! Que cagada! Opss! Cagada não! Eu não falei que tinha marcado com elas nesse horário? Então! Tenho meus contatos! Hehehehehe!
Na descida de volta para Maputo ainda encontramos vários bichos, principalmente hipopótamos deitadões no leito do rio e disfarçados de pedras. E eu lá mostrando e ninguém acreditando. Todo mundo dizendo que era pedra e que eu tava doida! Pois tá certo! Quando olharam bem viram que não era loucura minha! Tinha um monte de hipos.
Quando olhamos a hora já estava perto do Kruger fechar e ainda faltavam alguns quilômetros pro Crocodile Bridge. Não teve outra, enfiamos o pé para conseguirmos chegar a tempo.
Chegamos em Maputo já noite e com o carro funcionando que é melhor.
Como Sérgio e Bel chegaram a pouco tempo e ainda não conheciam o Kruger, nós aproveitamos para levar eles e curtir mais uma vez o parque.
A viagem foi excelente, apesar da passageira que resolveu ir no nosso carro e aprontar durante toda a viagem.
A bruxa estava solta!
Saímos de Maputo no sábado pela manhã cedo com destino a Nelspruit. Um pouco antes chegar no destino, Zé fez uma passagem proibida numa curva e não deu outra, a polícia se materializou na nossa frente.
Ficamos lá um tempão conversando com o guarda para tentar resolver a situação. O guarda quería que nós voltassemos até Malelane (perto da fronteira) para pagar a multa na estação de polícia. Aí era lasca!!!
Enquanto eu conversava com o guarda tentando entender e resolver a situação, Tiago liga pro meu telefone para saber se precisávamos de ajuda. Eu atendi mas não tive tempo de responder pois estava prestando atenção no que o guarda falava e que não era fácil de entender.
Depois de muita conversa, o guarda nos deixou ir mediante pagamento "parcial" e "local" da multa.
Saímos para encontrar os meninos que estavam parados no acostamento um pouco mais a frente, só que no meio do caminho encontramos Sérgio e Tiago voltando.
Tiago falou que eles já estavam voltando pra nos ajudar pois depois de ter falado com o guarda e não ter entendido nada, parecía que a coisa estava ficando preta pra gente.
Ele falou com o guarda? Como assim?
Como eu deixei sem querer o telefone ligado e como o guarda estava do meu lado falando, Tiago pensou que eu tinha passado o telefone pra ele resolver a situação. E lá estava Tiago achando que estava falando com o guarda tentando falar no seu inglês "Intermediate II":
“Hello! Good morning! How are you! Let me try explain. You know … humm, hammm, humm … my friends … hummm … My friends have a problem … humm, hamm … Please, let my friends alone …”
Como disse ele mesmo: “Something like that!”
Depois ele explicando a situação é que foi engraçado. Morri de rir!!!!
Chegamos em Nelspruit alguns minutos depois e cada um foi resolver suas coisas para nos encontrarmos mais tarde para almoçar.
Nos hospedamos no Stay Easy que fica do lado do shopping. Só facilidade mesmo, pois dava pra ir e voltar a pé.
Zé precisou pegar o carro para resolver alguma coisa mas quando chegou lá ... tchan tchan tchan tchan ... o carro não ligava.
Parecía ser problema de batería, mas nós tínhamos comprado uma batería nova na semana anterior. Não era possível!!
Zé voltou para o shopping e deixou para resolver o problema logo cedo no dia seguinte.
Fizemos nossas compras e a noite saímos para jantar no Vila Itália onde pagamos 666 rands de conta. Ui!!! Ai que mêeeda!!
No dia seguinte, lá vão os meninos tentar arrumar a carro. E faz chupeta daqui e dalí e no final ... nada do carro pegar! Os carros dos meninos não tinham força suficiente para ligar o nosso. O jeito era tentar encontrar outra batería.
Lá vão eles a procura de uma bateria nova. Depois de uma meia hora voltam eles de mãos abanando. Já estava ficando tarde e nosso Kruger parecía estar indo por água abaixo!
Quando já estávamos pensado em deixar o carro alí e ir pro Kruger de carona com os meninos, vem um carinha do hotel dizendo que tinha duas baterias e que podería fazer chupeta.
Quando os meninos viram as baterías do cara nem botaram fé, pois eram duas baterias minúsculas.
Pois é, tamanho não é documento!! A batería fez o carro funcionar rapidinho!
No final das contas, o Stay Easy não foi tão easy assim. Como disse Sérgio, estava mais para “Stay Easy Hard Leave”.
Bom, o carro já estava ligado, mas tínhamos um outro probleminha a resolver ... a gasolina.
Tínhamos que abastecer, mas estávamos com medo de parar num posto, desligar o carro e depois ele não ligar mais.
Zé resolveu deixar para abastecer na entrada do Kruger pois uma outra vez o carro deu problema de batería e lá no Skukuza tinha socorro.
Pois lá fomos nós em direção ao Kruger. No meio do caminho o carro começou a fazer uns barulhos esquisitos quando abríamos o vidro, ligávamos o som ou qualquer coisa que utilizasse batería. Bem, como o carro estava andando, resolvemos não fazer nada e continuar.
Entramos no Kruger, pagamos as taxas de preservação, olhamos uns artesanatos e o carro lá … ligadão! Quando chegamos em no Pretoriuskop Camp não tinha outra, tínhamos que parar para abastecer. Uma opção era abastecer com o carro ligado mas Zé não gostou da idéia. Como no Kruger tinha socorro, se desse algum problema novamente nós os chamaríamos.
Desligamos o carro, abastecemos, mas na hora de ligar … tchan tchan tchan tchan ... o carro não ligava. Fomos procurar o socorro mas a mulher do posto falou que não tinha socorro alí, só no Skukuza e nós estávamos a 30 km de distância de lá.
Eu já estava falando com uma mulher sulafricana que tinha uma caminhoneta para nos ajudar a fazer outra chupeta, mas nesse meio tempo escuto o barulho do motor do carro. Zé tinha conseguido ligar!! Ufa!!
Na verdade ele só fez colocar os cabos da batería … onde onde onde? … Na bateríaaa!!!! Os cabos estavam soltos! Soltos? Como assim? Pois é, os meninos fizeram aquela primeira chupeta com as mini baterías do hotel e Sérgio esqueceu de apertar os cabos da batería que se soltaram no meio da viagem. Êhhhh Sérgio! Reprovado na aula de mecânica heim!
Pronto, agora podíamos serguir viagem em paz!
Poucos minutos depois, cruzamos na estrada com uma manada de elefantes que estavam nervosos querendo atravessar e nós e mais um monte de carros alí no meio interrompendo a passagem. Quando enfim os elefantes resolveram passar, quase que Zé e Sérgio levavam um trombada ou pisada de elefante. O bichão passou a poucos centrímetros deles. Ufa!!
Depois de terem a casa roubada, de Sérgio ter pego malária, era chegada a hora da terceira prova do programa “Quero Ver Aguentar Firme”. E pelo jeito eles novamente conseguiram passarrrrr!!! Não foram pisoteados!! Mas eu já falei para eles que são 10 estágio e até agora eles só cumpriram 3 deles. Heheheheh
Continuamos a viagem e não é que eles estavam com sorte! Viram um monte de bicho no caminho pro Skukuza.
Quando chegamos no Skukuza tivemos que desligar o carro novamente e resolvemos deixar pra testar se ligava ou não depois do almoço para não passar mais raiva.
Lá na lojinha encontramos Lúcio e Verônica que almoçaram conosco e iríam se juntar a nossa turma no trajeto de descida do Kruger até Maputo.
Durante o almoço todo mundo só falava do tal do leão que ainda não tínhamos visto e Tiago falou que Johil tinha mandado um sms dizendo que perto do Skukuza tinha várias leoas no começo da manhã. Engolimos rápido o almoço e saímos pois já estávamos atrasados. Eu falei para Bel que tinha marcado hora com as leoas as 3:15. Só tirando onda com os novatos!
Já no caminho de volta, um carro passa por nosso grupo e avisa que a 1,5 km havía um grupo de loeas. Apesar de proibido, enfiamos um pouquinho o pé para chegar rápido, e logo encontramos o lugar. É muito fácil saber onde tem leão no Kruger, basta ver um monte de carro amontoado e é batata!
E lá estavam elas deitadonas debaixo de um arbusto só descansando. Eram umas 5 ou 6, não lembro bem ao certo. Foi quando Bel parou o carro do nosso lado e falou:
- “Cynthia, sabe que horas são? São 3:15!!!”
Caramba! Que cagada! Opss! Cagada não! Eu não falei que tinha marcado com elas nesse horário? Então! Tenho meus contatos! Hehehehehe!
Na descida de volta para Maputo ainda encontramos vários bichos, principalmente hipopótamos deitadões no leito do rio e disfarçados de pedras. E eu lá mostrando e ninguém acreditando. Todo mundo dizendo que era pedra e que eu tava doida! Pois tá certo! Quando olharam bem viram que não era loucura minha! Tinha um monte de hipos.
Quando olhamos a hora já estava perto do Kruger fechar e ainda faltavam alguns quilômetros pro Crocodile Bridge. Não teve outra, enfiamos o pé para conseguirmos chegar a tempo.
Chegamos em Maputo já noite e com o carro funcionando que é melhor.
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