30 August 2007

Anfitrião

Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules. Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão. Uma grande confusão foi criada, pois evidentemente Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa. No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma escolhida do deus. Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules.

A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa".

Portanto, anfitrião é sinônimo de "CORNO MANSO E FELIZ"!

Nem sempre é bom ser culto!

REF: http://greciantiga.org/mit/mit06a.asp

26 August 2007

Tiago's Birthday

Local: Sheik - Maputo
Data: 25/08/2007

Detalhes:
- Segundo aniversário dele na África
- Direito a 2 vales bebida mas no final da festa tinha gente que mesmo já estando mole ou não tinha gasto nenhum vale ou tinha mais do que 2. Ehhh máfia!
- Discurso em inglês Intermediate II com direito a tradução do Blake

21 August 2007

Kruger pela 7ª

Nesse último final de semana nós fizemos mais uma pequena viagem. Viajamos com Tiago, Carol, Maurício, Sabrina, Sérgio e Bel com destino a Nelspruit e Kruger.
Como Sérgio e Bel chegaram a pouco tempo e ainda não conheciam o Kruger, nós aproveitamos para levar eles e curtir mais uma vez o parque.

A viagem foi excelente, apesar da passageira que resolveu ir no nosso carro e aprontar durante toda a viagem.
A bruxa estava solta!

Saímos de Maputo no sábado pela manhã cedo com destino a Nelspruit. Um pouco antes chegar no destino, Zé fez uma passagem proibida numa curva e não deu outra, a polícia se materializou na nossa frente.
Ficamos lá um tempão conversando com o guarda para tentar resolver a situação. O guarda quería que nós voltassemos até Malelane (perto da fronteira) para pagar a multa na estação de polícia. Aí era lasca!!!
Enquanto eu conversava com o guarda tentando entender e resolver a situação, Tiago liga pro meu telefone para saber se precisávamos de ajuda. Eu atendi mas não tive tempo de responder pois estava prestando atenção no que o guarda falava e que não era fácil de entender.
Depois de muita conversa, o guarda nos deixou ir mediante pagamento "parcial" e "local" da multa.
Saímos para encontrar os meninos que estavam parados no acostamento um pouco mais a frente, só que no meio do caminho encontramos Sérgio e Tiago voltando.
Tiago falou que eles já estavam voltando pra nos ajudar pois depois de ter falado com o guarda e não ter entendido nada, parecía que a coisa estava ficando preta pra gente.
Ele falou com o guarda? Como assim?
Como eu deixei sem querer o telefone ligado e como o guarda estava do meu lado falando, Tiago pensou que eu tinha passado o telefone pra ele resolver a situação. E lá estava Tiago achando que estava falando com o guarda tentando falar no seu inglês "Intermediate II":
“Hello! Good morning! How are you! Let me try explain. You know … humm, hammm, humm … my friends … hummm … My friends have a problem … humm, hamm … Please, let my friends alone …”
Como disse ele mesmo: “Something like that!”
Depois ele explicando a situação é que foi engraçado. Morri de rir!!!!

Chegamos em Nelspruit alguns minutos depois e cada um foi resolver suas coisas para nos encontrarmos mais tarde para almoçar.
Nos hospedamos no Stay Easy que fica do lado do shopping. Só facilidade mesmo, pois dava pra ir e voltar a pé.
Zé precisou pegar o carro para resolver alguma coisa mas quando chegou lá ... tchan tchan tchan tchan ... o carro não ligava.
Parecía ser problema de batería, mas nós tínhamos comprado uma batería nova na semana anterior. Não era possível!!
Zé voltou para o shopping e deixou para resolver o problema logo cedo no dia seguinte.
Fizemos nossas compras e a noite saímos para jantar no Vila Itália onde pagamos 666 rands de conta. Ui!!! Ai que mêeeda!!

No dia seguinte, lá vão os meninos tentar arrumar a carro. E faz chupeta daqui e dalí e no final ... nada do carro pegar! Os carros dos meninos não tinham força suficiente para ligar o nosso. O jeito era tentar encontrar outra batería.
Lá vão eles a procura de uma bateria nova. Depois de uma meia hora voltam eles de mãos abanando. Já estava ficando tarde e nosso Kruger parecía estar indo por água abaixo!
Quando já estávamos pensado em deixar o carro alí e ir pro Kruger de carona com os meninos, vem um carinha do hotel dizendo que tinha duas baterias e que podería fazer chupeta.
Quando os meninos viram as baterías do cara nem botaram fé, pois eram duas baterias minúsculas.
Pois é, tamanho não é documento!! A batería fez o carro funcionar rapidinho!
No final das contas, o Stay Easy não foi tão easy assim. Como disse Sérgio, estava mais para “Stay Easy Hard Leave”.

Bom, o carro já estava ligado, mas tínhamos um outro probleminha a resolver ... a gasolina.
Tínhamos que abastecer, mas estávamos com medo de parar num posto, desligar o carro e depois ele não ligar mais.
Zé resolveu deixar para abastecer na entrada do Kruger pois uma outra vez o carro deu problema de batería e lá no Skukuza tinha socorro.
Pois lá fomos nós em direção ao Kruger. No meio do caminho o carro começou a fazer uns barulhos esquisitos quando abríamos o vidro, ligávamos o som ou qualquer coisa que utilizasse batería. Bem, como o carro estava andando, resolvemos não fazer nada e continuar.

Entramos no Kruger, pagamos as taxas de preservação, olhamos uns artesanatos e o carro lá … ligadão! Quando chegamos em no Pretoriuskop Camp não tinha outra, tínhamos que parar para abastecer. Uma opção era abastecer com o carro ligado mas Zé não gostou da idéia. Como no Kruger tinha socorro, se desse algum problema novamente nós os chamaríamos.
Desligamos o carro, abastecemos, mas na hora de ligar … tchan tchan tchan tchan ... o carro não ligava. Fomos procurar o socorro mas a mulher do posto falou que não tinha socorro alí, só no Skukuza e nós estávamos a 30 km de distância de lá.
Eu já estava falando com uma mulher sulafricana que tinha uma caminhoneta para nos ajudar a fazer outra chupeta, mas nesse meio tempo escuto o barulho do motor do carro. Zé tinha conseguido ligar!! Ufa!!
Na verdade ele só fez colocar os cabos da batería … onde onde onde? … Na bateríaaa!!!! Os cabos estavam soltos! Soltos? Como assim? Pois é, os meninos fizeram aquela primeira chupeta com as mini baterías do hotel e Sérgio esqueceu de apertar os cabos da batería que se soltaram no meio da viagem. Êhhhh Sérgio! Reprovado na aula de mecânica heim!
Pronto, agora podíamos serguir viagem em paz!

Poucos minutos depois, cruzamos na estrada com uma manada de elefantes que estavam nervosos querendo atravessar e nós e mais um monte de carros alí no meio interrompendo a passagem. Quando enfim os elefantes resolveram passar, quase que Zé e Sérgio levavam um trombada ou pisada de elefante. O bichão passou a poucos centrímetros deles. Ufa!!
Depois de terem a casa roubada, de Sérgio ter pego malária, era chegada a hora da terceira prova do programa “Quero Ver Aguentar Firme”. E pelo jeito eles novamente conseguiram passarrrrr!!! Não foram pisoteados!! Mas eu já falei para eles que são 10 estágio e até agora eles só cumpriram 3 deles. Heheheheh
Continuamos a viagem e não é que eles estavam com sorte! Viram um monte de bicho no caminho pro Skukuza.

Quando chegamos no Skukuza tivemos que desligar o carro novamente e resolvemos deixar pra testar se ligava ou não depois do almoço para não passar mais raiva.
Lá na lojinha encontramos Lúcio e Verônica que almoçaram conosco e iríam se juntar a nossa turma no trajeto de descida do Kruger até Maputo.
Durante o almoço todo mundo só falava do tal do leão que ainda não tínhamos visto e Tiago falou que Johil tinha mandado um sms dizendo que perto do Skukuza tinha várias leoas no começo da manhã. Engolimos rápido o almoço e saímos pois já estávamos atrasados. Eu falei para Bel que tinha marcado hora com as leoas as 3:15. Só tirando onda com os novatos!
Já no caminho de volta, um carro passa por nosso grupo e avisa que a 1,5 km havía um grupo de loeas. Apesar de proibido, enfiamos um pouquinho o pé para chegar rápido, e logo encontramos o lugar. É muito fácil saber onde tem leão no Kruger, basta ver um monte de carro amontoado e é batata!
E lá estavam elas deitadonas debaixo de um arbusto só descansando. Eram umas 5 ou 6, não lembro bem ao certo. Foi quando Bel parou o carro do nosso lado e falou:
- “Cynthia, sabe que horas são? São 3:15!!!”
Caramba! Que cagada! Opss! Cagada não! Eu não falei que tinha marcado com elas nesse horário? Então! Tenho meus contatos! Hehehehehe!

Na descida de volta para Maputo ainda encontramos vários bichos, principalmente hipopótamos deitadões no leito do rio e disfarçados de pedras. E eu lá mostrando e ninguém acreditando. Todo mundo dizendo que era pedra e que eu tava doida! Pois tá certo! Quando olharam bem viram que não era loucura minha! Tinha um monte de hipos.
Quando olhamos a hora já estava perto do Kruger fechar e ainda faltavam alguns quilômetros pro Crocodile Bridge. Não teve outra, enfiamos o pé para conseguirmos chegar a tempo.

Chegamos em Maputo já noite e com o carro funcionando que é melhor.

Carinha de santo mas se santo não tem nadaNosso comboio
Amontoado de carro + leãoE era mesmo. Olha lá elas bem na hora que marquei
Pedras disfarçadas de hipos ou hipos disfarçados de pedra?
Lês busanfans
Sai do mei que tô passando
Ai que sono!Pôr do sol feio esse dessa terra!

17 August 2007

Enfim Inhambane

Já faz uns dois meses que enfim fomos conhecer Inhambane, mas eu simplesmente esqueci de postar.

Sempre tivemos vontade de conhecer Inhambane mas sempre faltava coragem de ir pelo que se falava da estrada até lá. Eram em torno de 7 horas de viagem em uma estrada muito esburacada e sem socorro caso seu carro desse um tilt no meio do caminho.
Vale salientar que a falta de coragem era minha, pois JR topa qualquer parada!

O tempo foi passando, o pessoal todo foi indo, e nós éramos aqueles que ainda não tinham conhecido. Além disso, ainda tinha a vontade de JR de fazer mergulho no tal Manta Reef, um dos melhores pontos de mergulhos de Inhambane e mergulhar com tubarão baleia.

Para piorar a situação, nosso carro passou 4 meses quebrado e nós 4 meses sem liberdade para viajar. Nesse meio tempo, a única viagem que fizemos foi para Sun City de carona com Maurício e Sabrina.
Enfim o carro ficou pronto, mas ainda tinha um probleminha, nós não tínhamos coragem de fazer uma viagem tão longa com o carango velho recem infartado. Ele precisava reconquistar nossa confiança antes de embarcarmos numa viagem dessas.

Pra nossa sorte, Fábio e Tatiana são como JR, topam qualquer parada e queriam ir para Inhambane mergulhar. Nós aproveitamos o embalo e arregamos uma caroninha.

Saímos daqui numa sexta-feira após o almoço. Claro que com algumas horas de atraso, pois Murph resolveu furar o pneu do carro de Fábio bem no dia.
A viagem foi tranquila, tirando um trecho de uns 100 km de pura buraqueira. O pior é que como saímos tarde, pegamos esse trecho durante a noite o que é pior ainda.
Lembrando que em caso de mais um pneu furado não tinha mais estepe!

Chegamos em Inhambane já tarde e fomo procurar a casa onde íamos ficar. Ficamos na Casa John, conjunto de casas em um condomínio. A casa por sinal era muito massa! Tinha simplesmente tudo que você precisasse! Podem ficar na Casa John que eu recomendo 100%

No sábado pela manhã os meninos acordaram bem cedinho para fazer o primeiro mergulho mas deram com a cara na parede. O pessoal não deixou eles irem na primeira saída de mergulho pois era pro Manta Reef e a profundidade era de 30 metros. O cara não sentiu confiança neles além de JR só ter o curso básico de até 20 metros.
Eles chegaram putos de raiva em casa, mas fazer o que né! Pegamos nossas coisas e fomos para a praia, quer dizer ... nossa praia! A praia que fica ao lado da Casa Jonh não tem acesso fácil e é praticamente privada.
Como estava frio, ficamos lá na praia encasacado parecendo gringo (pior que aqui somos mesmo :)) só na leseira esperando dar a hora da próxima saída pro mergulho. Ah, sem esquecer que Zé e Fábio ficaram lá tentando embebedar alguns sirís. Embebedar sirí? Isso mesmo! A tática era derramar cerveja nos buracos para deixar os sirís doidões. Pior que deu certo! Eles já não corriam mais tão rápido.
Jr, Fábio e Tati foram fazer o mergulho e eu fiquei na praia do Tofo esperando por eles. Como o tempo não estava bom, fiquei lá dando umas voltinhas na feirinha de artesanato e tirando umas fotos dos barcos na praia.
Quando voltaram, fomos almoçar com Nilton e companhia que também tinham ido pra Inhambane naquele final de semana.

No domingo a galera toda resolveu ir fazer o passeio pra mergulhar com o tubarão baleia. Era tanta gente que praticamente fechamos um barco.
Todo mundo naquela espectativa pra encontrar o bicho, mas depois de 2 horas mareando num barco, não conseguimos achar nenhum. É lasca! Pra não dizer que não valeu a pena, vimos baleia jubarte de perto, alguns golfinhos e uma manta que passou rapidinho perto da superfície junto do barco.
Parece que aquele dia o mar não estava bom mesmo! Não vimos o tubarão baleia e os mergulhos dos meninos não foram bons. Eles até conseguiram ver um tubarão baleia em um desses mergulhos mas no geral o mar não estava pra peixe ... nem pra humanos.
Voltamos pra casa e Tatiana preparou pra nós um super almoço mexicano. Tava bom heim! Depois de encher a pança, os meninos cairam na fraqueza e desmairam enquanto nós duas saímos para andar, tirar fotos e esperar o pôr do sol em uma das encostas da praia do Tofinho.

Na segunda-feira fomos conhecer a praia da Barra. O objetivo era tentar ir até o Flamingo Bay, mas como o carro não era 4x4 não deu para chegar lá. O Flamingo Bay é um hotel com bungalôs sobre a água e dizem que é muito lindo, mas conhecê-lo vai ficar para a próxima. Só demos uma olhadinha na praia da Barra mesmo e bem rapidinho. Já era hora de voltar pra Maputo.

Praia do TofoMangue na praia da Barra
Praia do TofoSurfista na praia do Tofinho
Locomotiva Velha na Vila da praia do TofoPraia do Tofo
Pai e filho pescando nas encostas da praia do TofinhoPai e filho pescando nas encostas da praia do Tofinho
Encostas na praia do Tofinho perto da Casa JohnPraia do Tofinho e Surfistas
Feira de Artesanato e Roupas na praia do TofoOs viajantes na praia quase privada do John
Cestos de pescadores na praia do TofoPescador na praia do Tofo

É Mentira

Povo, aqui é uma retificação sobre o posting de 18 June 2007 sobre o mar ter congelado em Durban na África do Sul.
Pelo que um tal de Anonymous comentou aqui o blog, parece que a história é falsa mas também não sei nem se é verdade a versão dele da história.
Resolvi não apagar o posting e só fazer a suposta correção aqui.

Oh seu Anonymous, da próxima vez quem sabe você não se identifica né!?
Lamentável é não poder dar credibilidade a uma pessoa que não sei quem é?! ;)

15 August 2007

Brega? Heim!!??

Hoje aconteceu uma coisa muito engraçada aqui.

Estávamos nós na aula de inglês, quando por algum motivo o professor estava falando sobre a utilização de papel de parede. Ele comentava que aqui em Maputo não se tem o costume de utilizar papeis de parede nas casas e que isso é mais um costume do povo inglês. Eu fui dar minha opinião e gastar umas palavrinhas de inglês que eu aprendi sei lá onde, quando falei:

"I don't like wallpapers, I think it's a little bit tacky"

Primeiro que o professor não sabia o que era tacky. Sei lá se é uma palavra americana ou inglesa, só sei que eu sabia o que significava e que existe no dicionário.
Quando fui tentar traduzir, pra minha surpresa maior, nem o professor nem os alunos sabiam o que a palavra "Brega" ou "Cafona" significava.
Demorou um pouquinho para eu conseguir explicar o que eu estava querendo dizer e no final perguntei se aqui não tinha uma palavra similar que eles usassem para descrever a mesma coisa. Pela resposta deles, ou não têm ou não sabem.

Aí bateu aquela perguntinha ...
Será que aqui não existe ninguém nem nada brega?

O Retorno da Jedi

Alguém reconheçe essa figura?



Ela é aquela amiga doida que trabalhou conosco aqui em Maputo e que acabou esbarrando conosco do nada na minúscula cidade de NY totalmente ao acaso. E não foi uma vez só não ... duas pra deixar claro que o mundo é realmente um ovo.

Pois é, dessa vez ela resolveu dar mais um passo no globo e cair aqui Maputo para passar uma semana. Aproveitou uns dias para visitar o seu querido Kruger, marcando assim trinta e sei lá quantas visitas ao mundo wild. Já viu alguém ter ido tanto ao Kruger em pouco menos de 3 anos? É quase uma vez ao mês!
Tô me sentindo um lixo! Eu estou aqui a quase o mesmo tempo e só fui 6 vezes! :(

Como ela também não podería deixar de fazer um turismo gastronômico, resolvemos levá-la para comer uma super lagosta no cassino. Só aqui mesmo para comer uma lagosta daquele tamanho pelo equivalente a 50 reais. É aproveitar para se acabar no camarão e lagosta, pois no Brasil pode esquecer, a não ser que queira dar um susto no bolso.

Olha a cara de espanto da menina!



A semana passou rápido e ela já teve que ir, mas eu já sei que nem vou precisar marcar nada com ela. Nas próximas férias nos esbarramos novamente aí mundo a fora! Né Rafa?! ;)

Últimas de Julho

Tô com preguiça de escrever então vão aqui as fotos dos últimos acontecimentos de Julho.

Despedida de Fábio e Tatiana (15/07)



Aniversário de Léo (27/07)